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Como anda solidariedade do brasileiro? Descubra aqui!

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Como anda solidariedade do brasileiro? Descubra aqui!

Em tempos de crise, salve-se quem puder e cada um por si, certo? Na verdade, não é bem assim. Em termos de voluntariado, por exemplo, a solidariedade do brasileiro dá um show. Talvez o interesse pelo bem-estar do próximo seja a explicação, mas fato é que a vontade ou necessidade de ajudar quem precisa está cada vez mais presente em nosso cotidiano. Mas será que, de uma forma geral, o brasileiro é realmente um povo solidário?

Seja por meio de doações em dinheiro, trabalho voluntário ou ajuda a um estranho, no Brasil, essa preocupação é crescente entre os cidadãos. Veja alguns números bem interessantes que separamos, que comprovam que existe, sim, muito “amor em SP” e também no Brasil todo! Vamos lá!

Doações

Quando algo ruim acontece, logo nos compadecemos. Seja em situações catastróficas de ordem natural ou não, como deslizamentos ou alagamentos, violência urbana e insegurança pública. Lá está essa gente que se prontifica a doar sangue aguardando horas por sua vez na fila ou enviando agasalhos e mantimentos para os desabrigados.

A solidariedade do brasileiro não se limita somente a terras tupiniquins. Quando terremotos assolaram o Haiti e o Japão, arrecadou-se aproximadamente 1,3 milhão de reais para ajudar os japoneses, enquanto os haitianos foram ajudados com cerca de oito milhões de reais.

A pesquisa da World Giving Index 2017, realizada pela Charities Aid Foundation, representada no Brasil pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), indica que, mesmo tendo caído na média global da 68º posição para a 75º, a média brasileira se manteve estável, se comparado ao 105º lugar que ocupava em 2015…e male, male estamos nos recuperando de uma crise devastadora que perdeu força, mas se mantém em 2018. Ainda assim, essa foi a segunda melhor colocação brasileira desde que o índice global de solidariedade foi criado.

Bom, a falta de confiança nas instituições que recolhem ou pedem o recurso pode ser um indicador da motivação do brasileiro em buscar outras formas de ajudar, que não seja doando dinheiro. Veja bem, ajudar um estranho, por exemplo, aparenta ser uma atitude mais natural ao brasileiro, já que mais da metade dos entrevistados admitiram ter feito esse tipo de boa ação.

Ajuda a algum estranho

54% dos brasileiros ouvidos na pesquisa para o índice global da solidariedade disseram ter ajudado um estranho. Essa é uma prática recorrente para grande parte da população. Não seria ótimo se houvesse uma motivação natural para comprar um café da manhã para um sem-teto? E ajudar um cego ou outro portador de necessidades especiais?

Sim. Sempre nos sentimos impelidos a dar a mão àquelas pessoas que estão em situação de abandono ou risco social, mesmo que seja um desconhecido, ainda que esse gatilho seja acionado por culpa mesmo. Portanto, entendemos que o brasileiro tenta, com alguma facilidade, enxergar a necessidade e carência das pessoas. É possível dizer que nos inclinamos mais a ajudar socialmente.

O próximo ponto de que vamos tratar vem melhorando constantemente e já se mostrou como tendência.

Voluntariado

Hoje, não se sabe do que o brasileiro precisa mais. Tempo ou dinheiro? Se você não se sente à vontade deixando que terceiros cuidem da sua doação ou auxiliando alguém de vez em quando, o melhor caminho pode ser fazendo a diferença você mesmo, por conta própria. Mas como?

Voluntariando-se, é claro! A doação do seu tempo pessoal é tão importante quanto qualquer ajuda financeira. A solidariedade do brasileiro é bem demonstrada quando o assunto é trabalho voluntário.

Segundo o World Giving Index 2017, 1 em cada 5 brasileiros fez algum tipo de trabalho voluntário nesse ano. Nosso recorde desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2009.

A diretora do IDIS, Paula Fabiani, ainda ressalta que “o voluntariado atingiu seu maior índice, e nosso desafio é transformar essa tendência em uma prática rotineira”.

Um dos fatores que colaboram diretamente para essa melhoria é o crescimento do turismo social. Uma oportunidade de viajar, conhecer novos lugares, gastronomia e pessoas e, ao mesmo tempo, ajudar a comunidade local.

Existem muitas formas de se voluntariar. É possível atuar na área da saúde, cuidando de idosos, crianças e animais e também no âmbito cultural.

Lugares verdadeiramente paradisíacos recebem turistas como voluntários. O Jalapão, no Tocantins, por exemplo, tem foco naquelas pessoas que se interessam por atividades educacionais e de preservação.

Foz do Iguaçu, no Paraná, tem a intenção de integrar os moradores de zonas rurais com as atividades culturais e ecológicas da região.

No estado do Ceará, você pode visitar a Caverna do Morcego, refúgio dos índios Tapuia e Tabajara à época da colonização, na serra de Ibiapaba, e trabalhar com conscientização cultural e histórica das cercanias em épocas festivas.

Mesmo que você não tenha muito tempo para curtir uma viagem, algumas opções de projetos podem ser feitas em poucos dias. Bom para aproveitar aquele feriado em que você ia só assistir a séries, não é mesmo?

Outro ponto positivo do turismo social é a possibilidade de se viajar em grupo. Realizar o trabalho voluntário, ver a diferença que isso faz na vida das pessoas que precisam e ainda compartilhar essa oportunidade com quem você quer por perto é, simplesmente, uma experiência sensacional. Você fica mais motivado, animado e, é claro, sempre na melhor companhia.

Exemplos para o mundo

Myanmar lidera o ranking global de solidariedade há alguns anos, mesmo tendo caído de 70% para 65% do total. O grande destaque dessa edição e exemplo a ser seguido é o Quênia, que subiu 9 posições no ranking e agora ocupa a terceira.

Não só o Quênia, mas o continente africano em geral se mostrou como grande exemplo de solidariedade para todo o mundo, tendo sido o único continente a melhorar nos três comportamentos de solidariedade (doações, voluntariado e ajuda a estranhos).

Além disso, a África teve alguns países pontuando o suficiente para estar entre os 20 melhores (Serra Leoa, Libéria, Quênia e Zâmbia).

Então, o que você achou da solidariedade do brasileiro? Podemos e devemos melhorar! Vemos que países com menos recursos que o Brasil melhoram a cada ano, e não existe motivo para não fazermos o mesmo por aqui, não é verdade?

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Michel Leão 0Comentário(s)
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